quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Ontem foi o grande dia, o dia mais nerd! da minha vida. Finalmente lá estava eu para assistir ao tão aguardado Avatar, o novo filme do campeão James Cameron. E a emoção não poderia ser maior, ainda mais com os óculos estilo "bob dylan" grudado na cara! Rendeu até uma fotinho...
Seguindo a linha de algumas críticas que li pela web, concordo com elas quando se referem que o história do filme possa parecer batida, já vista muitas vezes em outras películas. Mas aqui começa a divergência. Pessoalmente, gostei bastante da história, não da história em si, mas sim de todos elementos de apoio que dão a ela o poder de nos encantar quando, naquele momento, nos encontramos com o suposto "futuro do cinema". A elaboração visual do filme é absolutamente sensacional, onde cada detalhe se mostra deliberadamente pensado, desde os pontos faciais luminosos dos Na'vi até os detalhes coloridos das asas dos sei lá como eram os nomes dos bichos aqueles...toruc makto!
Em especial, a tecnologia 3D está ali não mais como uma diferença em relação a versão 2D, mas faz parte do próprio filme, o qual foi pensado e executado nesse formato. Sequencias de chorar de alegria por estar vendo aquilo, daquela forma, não são raras.
Não vou me alongar sobre o filme, pois palavras nunca dizem realmente o que estamos sentido. Falar o óbvio, aqui, me parece a melhor forma de dizer isso: "Vá assistir e, depois, conte carneirinhos na cama para conseguir dormir."
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:D

sábado, 2 de janeiro de 2010

Há as leituras também

Olá pessoal, hoje decidi fazer algo que ainda é novo por aqui, e que pretendo dar continuidade. A idéia da vez é dar dicas sobre livros sobre cinema ou de alguma forma relacionado a Sétima Arte. Visualizar os filmes tendo-se lido algo a respeito deles, sobre seu processo criativo, pessoas envolvidas, ou simplesmente teorização cinematográfica é uma experiência sensacional. Vamos lá.


1) O séulo do cinema, Galuber Rocha. Editora Cosac Naify.
2) Cinema Brasileiro, propostas para uma história, Jean-Claude Bernardet. Editora Cia das Letras.
3) Artigo A Estética da Fome, Glauber Rocha, disponível na internet.
Três livrinhos básicos, mas enriquecedores.
:D

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Essas animações...

Recentemente, quando de minha ida ao cinema ver o tão aguardado Avatar, deparo-me com algo que já me era esperado. A sessão do filme já se encontrava com os ingresso esgotados.
Diante dessa situação, pergunto a uma garota ao que assistir, já que Avatar estava fora dos planos agora.
Não deu outra, a escolha tomada foi voltar a infância e ir assistir A Princesa e o Sapo, o retorno da Disney nas animações 2D. Voltar a infância porque? Ahh, voltar a infância por um motivo simples.
O reencontro com esse tipo de filme, o qual nos faz lembrar de clássicos consagrados como o Rei Leão, Mulan, Hércules, A Branca de Neve e os Sete Anões e diversos outros. Reencontro devido ao abandono da Disney em realizar longas nesse formato, deixando para a sensacional Pixar desenvolver animações computadorizadas, de onde saíram pérolas como Toy Story e Wall-E.
Há também sempre a magia e o divertimento garantido que esses longas oferecem, levando as salas de cinema pessoas de todas as idades. Ver pais e filhos reunidos ali não tem preço. Pais e filhos.
Espero que filmes em 2D voltem a ser feitos pela Disney, juntamente com a Pixar, pois, a minha vontade continua sendo a de ver todos!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Eu odeio George "guerras" Bush!

Início das minhas merecidas férias, abro o guia de programação cultural da universidade e lá estava ele. Um filme o qual eu estava tempos pra assistir chamado No Vale das Sombras.
Filme de 2007, tem como tema central a Guerra do Iraque e suas conseqüencias para os indíviduos direta e/ou indiretamente ligados a ela. Essa perspectiva se fixa no drama de um pai que, ao saber que seu filho retorna do front, estranha o seu desaparecimento repentino e inexplicável. Ao longo da narrativa acabamos descobrindo o que aconteceu, naturalmente.
Ao levantar como tema um conflito armado, o filme por si só já se pretende polêmico.
O primeiro e talvez mais importante ponto é o momento de retorno de soldados para sua pátria, no caso os EUA, e a irreconhecibilidade, por parte de seu próprio país, da condição de cidadão desses jovens. Num país que exporta a democracia, mas que vive permanentemente sob um governo anti-democrático, isso realmente não me soa estranho.
O segundo ponto talvez seja mais grave, porque diz respeito ao Poder. Na visualização da história ocorrem imagens reais de cenas da guerra, e da ação de soldados "treinados" para aquele tipo de situação. Em teoria é isso, mas a prática, como já dizia Eça de Queirós, é sempre diferente. "Falha na realidade o que se planejou na teoria". O que se vê são verdadeiros animais armados, indiferentes a uma ética universal de solidariedade, que destróem seres humanos por terem, em suas mãos, poder, simbolizados aqui pela dominação with guns.
Quanto a quem vigia os vigilantes, eu tenho certeza que não é o Exército dos EUA.
E sim, eu odeio o cowboy texano conservador de uma figa Bush.
Anteriormente eu dizia que a vida não é só cinema...

Mas as férias são...cinema e beijos...


Voltando a ativa!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Logo logo estamos de volta!

E que saudade dos textos!

:D

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Tô ferrado.

Agora começa a faculdade, isso siginifica menos posts...mas tudo bem, a vida não é só cinema...

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